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  • 1 Faculdade Dom Pedro II - São Carlos-SP (1928-2009)
    Acervo Valentim Gueller Neto
  • 2 Bonde da Carne São Carlos–SP (1912-1962)
    Acervo Raymond DeGroot
  • 3 Estação Ferroviária de São Carlos-SP (1925)
    Acervo Valentim Gueller Neto

Estação 97 - Algumas Curiosidades de São Carlos - SP

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Vamos juntos fazer um passeio por alguns locais da cidade por onde até passamos todos os dias ou, periodicamente e, pela correria do dia a dia, não percebemos alguns detalhes curiosos.       
               REGIÃO CENTRAL    
Na praça Dom José Marcondes Homem de Melo, a cúpula da Catedral, principal marco turístico da cidade,       Foto 01




a pintura, que teve início no primeiro semestre  de 2016, foi paralisada e após um ano, está tendo continuidade.    Foto 02


A Praça Santos Dumont, na época a mais linda da cidade, cedeu seu espaço em 1967,     Foto 03


para o Mercado Municipal "Antonio Massei".  Foto 04 


Mas, na esquina da Rua Jesuíno de Arruda, com a Av. São Carlos,   Foto 05

o nome da praça ainda sobrevive como lembrança.   Foto 06

O mesmo acontece na esquina daquela rua com a Rua Episcopal.  Foto 07

O nome da praça continua preservado.  Foto 08


Na confluência das Ruas XV de Novembro e Nove de Julho,       Foto 09

a ortografia na placa ao lado do COLÉGIO ANGLO SÃO CARLOS está errada, "Nobembro".     Foto 10

O brasileiro Ruy Caetano Barbosa de Oliveira, Ruy Barbosa,  foi jurista, político, escritor, filósofo, tradutor e orador. Na cidade há uma rua em sua homenagem, e na esquina da mesma, com a Rua São Sebastião,     Foto 11
a placa com o nome dele consta Rui com "i".     Foto 12
                                             REGIÃO DO TERMINAL RODOVIÁRIO 

No restaurante TREM BÃO, na Av. São Carlos, esquina com a Rua  Rua Jacinto Favoreto,   Foto 13

no jardim externo, há uma seção de trilhos ferroviários de bitola métrica.   Foto 14

 GRANDE VILA PRADO
REGIÃO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA

Atrás do pátio ferroviário, onde funciona o Centro de Distribuição  Domiciliar - CDD dos  CORREIOS,    Foto 15


próximo ao portão junto à Rua 24 de Maio.  Os trilhos do ramal ferroviário que serviram  a Companhia Paulista de Armazens Geraes e depois, a Serraria Giongo, com o desgaste do asfalto, estão se tornando visíveis.  Foto 16

Em um desgaste maior, é possível ver a presença de quatro trilhos, um par com o perfil mais estreito, "A" e o outro com o perfil mais largo, "B", ambos com bitola de 55cm. Merece ser emoldurado e incorporado ao Patrimônio Histórico da cidade. Foto 17

Nesta rua,   Foto 18

defronte ao prédio Nº 38, sobrevive um poste de trilho de bonde. Pela inclinação, servia para amarração do poste principal que ficava do outro lado da rua, também conhecido por escora ou espia. Até os anos 60, era comum ver nas ruas e residências seções de trilhos de bondes usados como postes. Com o final do serviço de bondes em 1962, os postes de trilho foram desaparecendo, e hoje se tornaram raridade.  Foto 19

Os trilhos dos bondes de São Carlos, na sua grande maioria, tinham o detalhe de ter uma meia cana em seu perfil para o acoplamento das flanges das rodas daqueles carros de passageiros.  Foto 20

Em maio de 2012, a Perfumaria SUMIRÊ inaugurou sua nova loja na esquina da Av Sallum com a Rua São Pio X - Travessa 7,    Foto 21

e brindou a cidade com a primeira escada rolante. Foto 22

São Carlos se tornou município em 1857, Foto 23

e a primeira escada rolante só chegou depois de 155 anos, em 2012.   Foto 24
                                                                CHÁCARA PAROLO

Ao lado de onde foi o Estádio Ruy Barbosa e Escola Superior de Educação Física,     Foto 25 

hoje, Fundação Educacional de São Carlos - FESC . Foto 26

Na Rua Coronel Marcolino Lopes Barreto, a menos de um quilômetro do centro da cidade, "COMPRA-SE ESTERCO".     Foto 27 

VILA NERY

Na esquina das ruas da Imprensa e Monteiro Lobato,  Foto 28


Uma placa chama a atenção pela simplicidade.   Foto 29
VILA ELIZABETH

Em abril de 2016, foi inaugurada a ponte na Rua Antonio Rodrigues Cajado, sobre o  Córrego Tijuco Preto, ligando o bairro Tijuco Preto à Vila Elizabeth e demais bairros da cidade.   Foto 30

Antecedendo a ponte, a travessia de pedestres era feita por uma passarela metálica,  Foto 31

que hoje só é possível ver a parte dela que está sobre a calha do córrego.  Foto 32

Entrou em desuso, e as duas cabeceiras estão tomadas pela vegetação. Está esquecida e abandonada, mas é patrimônio municipal e histórico.    Foto 33
JARDIM CENTENÁRO

Na Rua Domingos Jorge Velho, na cabeceira do campo de futebol e defronte ao prédio Nº 350, há uma passarela que liga esta rua à Av. Dr. Renato de Toledo Porto.   Foto 34


O cotidiano era haver à direita da passarela um monte de entulho e lixo,    Foto 35

mas alguém colocou uma placa,    Foto 36

e agora, o entulho e o lixo mudaram para o lado esquerdo da passarela...  Foto 37
VILA POTITO

A Vila Potito fica agora em local nobre, Av. Francisco Pereira Lopes, tendo como vizinho à direita, o Passeio São Carlos e, à  esquerda o empreendimento RAIZ AROEIRA, antiga Pedreira.  Foto 38

Em agosto de 2016, os moradores cansados de esperar, se manifestaram: "AO PODER PÚBLICO..." A espera continua, tudo está como estava.   Foto 39

JARDIM JOCKEY CLUB

Na Rua Wesley Herrick, entre a cerca viva da Tecumseh do Brasil SA, uma capelinha mais conhecida por   "Santa Cruz".    Foto 40 

Essas oradas ou ermidas, eram comum principalmente nas rodovias e estradas rurais. Serviam de marco onde havia ocorrido algum acidente automobilístico com morte. Os familiares ou amigos do morto, mandavam construir em sua homenagem.    Foto 41


Internamente sempre há um pequeno altar com imagens de santos, podendo haver a fotografia e nome do morto.  Foto  42

RODOVIA WASHINGTON  LUÍS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS-UFSCar

Na Universidade Federal de São Carlos - UFSCar,    Foto 43

na Área Norte e próximo do Departamento de Química, duas placas...  Foto 44

RECREIO CAMPESTRE
CHÁCARA SÃO VALENTIM

Em 18 de janeiro de 2015 as abelhas chegaram, e se acomodaram em um pedaço de papelão encostado na parede,   Foto 45


Logo a seguir começaram a construir a colmeia na parede e junto ao telhado.  Foto 46

Em abril do mesmo ano,  a colmeia já estava grande...,   Foto 47


e atualmente, após dois anos da chegada das abelhas,  está enorme!   Foto 48                                                                                                                                                                                       Aqui estão registradas apenas dezoito curiosidades, mas procurando por toda São Carlos, certamente  encontraremos muitas outras.                                                                                                      

CRÉDITOS:
Fotos:
01, 05 a 24, 26, 27, e de 30 a 42: José Alfeo Röhm
02:Marina Dino dos Anjos
03, 04, 25, 28,29, e de 45 a 48: Acervo ou autoria,  Valentim Gueller Neto
43 e 44: Daniel Gobato Röhm
Participaram:
Maria Nazareth, Daniel e Lika Röhm
Antonio Carlos Lopes da Silva
Marina Dino dos Anjos
Sergio Paulo Doricci
Valentim Gueller Neto
Agradecimentos:
Sergio Tadashi Wakizaka e Iuquie Wakizaka - Perfumaria Sumirê

Obrigado por sua agradável companhia, nos encontraremos certamente na Estação 98.
                                                         Abraços, Alfeo.

QUERENDO  UTILIZAR  AS  FOTOS,  OU  OS  TEXTOS,  FIQUE  À  VONTADE,  MAS  CITE  OS  CRÉDITOS.

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Estação 96 - Um Ferreomodelista Cubano

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No final de novembro de 2016, o ferreomodelista cubano Manuel Dias Ceballos esteve no Brasil e conheceu os ferreomodelistas da                                        Associação São-Carlense de Ferreomodelismo.  Na oportunidade, ele perguntou quantos ferreomodelistas integram a AScFer, a resposta foi uns vinte. E aí ele complementou: -"Vinte é o número de ferreomodelistas de toda Cuba." Em seu notebook ele trouxe muitas fotos e textos de suas modelagens,  mostrou para todos, e os cedeu, sendo os mesmos a base desta postagem. Ao centro, Manuel Dias Caballo, no seu notebook e, da esquerda para a direita, os integrantes da  AScFer Luiz Matas, Sergio Marini, e Valter Dulce. Fotos 01 e 02  

Na Europa, Estados Unidos, Canadá e na grande maioria dos  países da América do Sul, praticar ferreomodelismo é muito fácil. Na maioria dos países existem fábricas, lojas físicas e virtuais que, com muitas alternativas, alimentam o hobby. Em Cuba, não. Não há fábricas ou lojas de ferreomodelismo e quem quiser praticá-lo tem que superar muitas dificuldades. Foto 03


Manuel reside na cidade de Cienfuegos e, para ter uma locomotiva em HO  de uma ferrovia cubana, é necessário que ele ou um conhecido, vá para um país onde há a fabricação ou venda de  materiais rodantes de ferreomodelismo,  e lá compre um modelo que se aproxime da cubana. Foto 04

E depois,  desmontá-la,   Foto 05

fazer as alterações,   Foto 06

ou até fabricar, artesanalmente, uma nova carcaça. Foto 07


Detalhar o acabamento,   Foto 08


até chegar no modelo desejado. A base da construção foi a locomotiva austríaca ROCO BR 232.  Foto 09


E a original é a locomotiva diesel elétrica Russa TE114K  da Ferrovia Cubana, utilizada para o transporte de cargas e passageiros. Está em preservação no Museu Ferroviário de Havana, desde 2009.  Foto 10
LOCOMOTIVAS 
EM "HO"

E assim, e através dos anos, para cada locomotiva cubana, ele foi encontrando um modelo para reproduzi-la na escala 1:87. Essa é uma Baldwin 4-6-0, era utilizada no transporte açucareiro e  fabricada nos Estados Unidos, em 1920. Sucateada.  Foto 11

A reprodução foi através de uma locomotiva inglesa Bachamann Spectrum.  Foto 12


Para a Baldwin 0-6-0, manobreira,  fabricada em 1915, Sucateada.   Foto 13


Na modelagem foi utilizada uma locomotiva Bachamann.   Foto 14


Uma Baldwin Diesel Elétrica VO 660, era utilizada para o transporte de cana-de-açúcar e fabricada em 1947. Sucateada.      Foto 15


O modelo usado para a reprodução, foi da americana Stewart Hobbies.  Foto 16


Esta é Hershey Diesel Elétrica GE70T,  operava no transporte de cana de açúcar,  fabricada nos Estados Unidos, em 1948. Sucateada.  Foto 17
Para reproduzir a Hershey foi utilizado um modelo Bachamann. Foto 18



Locomotiva General Eletric GE 25T, operava em pátios industriais e fabricada nos Estados Unidos, em 1948. Ainda  há três exemplares, duas  operando em oficinas ferroviárias e uma preservada no Parque Recreativo Lenin.  Foto 19



Para o modelo  foi utilizado um  kit americano da Grandt Line. Foto 20


ALCO Diesel Elétrica FA2 substituíram as locomotivas a vapor, no transporte de passageiros.  Fabricada nos Estados Unidos, em 1950. Há um único exemplar preservado em um centro de recreação de Santiago.  Foto 21


Para a réplica da ALCO foi utilizada uma locomotiva da Life Like dos Estados Unidos. Foto 22


Locomotiva Baldwin Diesel Elétrica S8, substituiu as locomotivas a vapor no transporte de carga e passageiros.  Fabricada nos Estados Unidos, em 1952. Sucateada.   Foto 23

Na modelagem foi utilizada uma locomotiva  VO 1000 coreana da Stewart Hobbies.   Foto 24


Locomotiva General Motor Diesel Elétrica GM G8, substituiu as locomotivas a vapor e se tornou um grande sucesso no transporte de cargas. Fabricação americana,  em 1954.  Ainda em operação.  Foto 25


Para a reprodução foi utilizado uma locomotiva G22, brasileira, fabricada pela FRATESCHI.  Foto 26  

Locomotiva MaK Diesel Hidráulica 600D, substituiu as locomotivas a vapor e era utilizada nas composições de carga e passageiros. Fabricada na Alemanha, em 1956. Desativada.  Foto 27


Serviu de base para a modelagem, uma locomotiva da americana  Hobby Train.  Foto 28


Locomotiva Clayton Diesel Elétrica, foi utilizada no transporte de cargas e passageiros. Fabricada na Inglaterra, em 1965. Sucateada. Foto 29



Para a modelagem da Clayton, foi utilizado um modelo inglês da Homby Railways Classe 47.  Foto 30
 .
Locomotiva M62 - Diesel Elétrica, tracionava composições de passageiros. Fabricada na Rússia em 1974, preservada no Museu ferroviário de Havana,    Foto 31


Na modelagem da  M62,  foi utilizado um modelo da alemã Gutzold.  Foto 32


Locomotiva ALCO RS2- Diesel Elétrica - usada nos transportes de carga. Fabricada nos Estados Unidos, em 1975. Sucateada. Foto 33


Para reproduzir a RS2 foi utilizado um modelo da americana Life Like. Foto 34


Locomotiva DF7g - Diesel Elétrica, usada no transporte de cargas e passageiros. Fabricada na China, em 2005, Em operação. Foto 35


Para a reprodução foi utilizada uma locomotiva da  Bachamann  chinesa. Foto 36

LOCOMOTIVAS ESTÁTICAS 
EM "O" REPRODUZIDAS EM
CARTÃO

Locomotiva General Motor Diesel Elétrica GM G8, Fabricação americana , em 1954.  Foto 37


Locomotiva MaK Diesel Elétrica 600D, fabricada na Alemanha, em 1956.  Foto 38


Locomotiva BRISS MGO - Diesel Elétrica, fabricada na França, em 1965.  Foto 39


Locomotiva TEM 4. Foto 40


VAGÕES EM "HO"

Os vagões ele mesmo os modela artesanalmente,  Foto 41


com placas e perfis de polipropileno. Foto 42

Faz os recortes, as colagens e    Foto 43

as montagens.   Foto 44


e chega no modelo.   Foto 45

Finalizando,    Foto 46

as pinturas e a logomarca.   Foto 47


Vagões para o transporte de açúcar fabricados na Romênia, em 1967. Foto 48



Tanque de combustível fabricado nos Estados Unidos, em 1920.  Foto 4







A reprodução foi por montagem de um kit e modelagem.  Foto 50




Tanque de mel de açúcar, fabricado nos Estados Unidos, em 1930.   Foto 51 



Um vagão tanque da Bachamann serviu para a reprodução.  Foto 52


Gaiola para o transporte de cana de açúcar, fabricação cubana, em 1970.   Foto 53

Modelo artesanal feito com perfis e placas de polipropileno.   Foto 54

CARROS EM "HO"

Carro Motor MAK 820, fabricado nos Estados Unidos, em 1920. Foto 55


O modelo é o resultado da montagem de um kit da Highway Miniatures. Foto 56

Carro Motor BUDD RCD 1 Y 2, fabricado nos Estados Unidos, em 1950. Foto 57


Um modelo Proto 1000 serviu para a reprodução.  Foto 58

Carro Pullman, fabricado nos Estados Unidos, em 1940.  Foto 59


Serviu para a reprodução um modelo da Bachamann Spectrum.  Foto 60


Carro espanhol 500, fabricado em 1987. Foto 61

Serviu para a reprodução um modelo espanhol da IBERTRENFoto 62

Carro  alemão, fabricado em 1998.  Foto 63


Serviu para a reprodução um modelo da Roco austríaca.  Foto 64




Em abril de 2012, modelou um bonde para o RESTAURANTE EL TRANVÍA, (RESTAURANTE DO BONDE)  Fotos 65 e 66



Trata-se da reprodução na escala 1:10,    Foto 67





do carro inaugural do serviço de bondes da cidade de Cienfuegos,   Foto 68 

em 15 de fevereiro de 1913.   Foto 69

O grande sonho do Manuel era reproduzir todas as locomotivas, vagões 
e  carros das  ferrovias  cubanas. As  dificuldades  foram  e  estão  sendo 
superadas,  a coleção está quase completa e já conta com 50 locomotivas!
 É maquetista profissional  de  edificações, centros  históricos,  indústrias, 
baías,..., e  Coordenador do Patrimônio Ferroviário de Cuba.  Foto 70  


VEJA O VÍDEO



CLUBE DE FERREOMODELISMO 
CUBANO

O Manuel faz parte do Clube de Ferreomodelismo Cubano que realiza vários encontros anuais,  e leva para os mesmos uma maquete modular.                                                                                                 DOAÇÕES                                      Como também as dificuldades são grandes, o Clube de Ferreomodelismo Cubano aceita doações de acessórios usados de ferreomodelismo em HO,                   Foto 71                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     


 rodeiros, truques, motores, engates Kadee número 5, rolamentos, chassis, carcaças, placas eletrônicas, e mais tudo aquilo que for parte de material rodante. Se você tem aí na sua gaveta, ou no baú algum desses acessórios e queira doar,  mande por correio para:                      Foto 72                                                                                                                          





CRÉDITOS:
Fotos:
01 e de 05 a 72 e vídeo: Manuel Dias Ceballos 
02: AScFer - Associação São-Carlense de Ferreomodelismo
03 e 04: Google Mapas
Participaram:
Maria Nazareth, Daniel e Lika Röhm
Manuel Dias Ceballos 

Obrigado por sua agradável companhia, nos encontraremos certamente na Estação 97.
                                                         Abraços, Alfeo.

Se você também tem trens LIONEL e ainda não faz parte do CTT, 
mande um e-mail para:   alfeo.rohm@yahoo.com.br  ou no 

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