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  • 1 Faculdade Dom Pedro II - São Carlos-SP (1928-2009)
    Acervo Valentim Gueller Neto
  • 2 Bonde da Carne São Carlos–SP (1912-1962)
    Acervo Raymond DeGroot
  • 3 Estação Ferroviária de São Carlos-SP (1925)
    Acervo Valentim Gueller Neto

Estação 72 - Algumas Chaminés Antigas de São Carlos - SP

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Esta postagem começou em meados de janeiro de 2015, com uma discussão por e-mail-s, quando o amigo, Valentim Gueller Neto começou a "caça às chaminés" de São Carlos - SP. Uma chaminé era sinônimo de progresso, mais uma caldeira ou forno havia chegado. As caldeiras a lenha geravam o vapor para movimentar as máquinas das indústrias,  e os fornos faziam a torra do café e assavam os pães. Tanto para as caldeiras, como para os fornos era necessário a queima da lenha para gerar o calor.    As chaminés eram obras de arte e poucos sabiam os segredos para construí-las. Aqueles que se dedicavam à construção das mesmas eram pessoas simples, de pouca escola, mas que quase sempre herdaram a profissão do pai ou do avô. Tinham que calcular o diâmetro da base, para compensar  a altura e o balanço da extremidade provocado pelo vento. Tijolo sobre tijolo e para uni-los, massa com cimento. Não havia andaime externo, o pedreiro trabalhava pelo lado interno da chaminé e ia subindo conforme o assentamento dos tijolos. As chaminés não caiam, e tornavam-se centenárias.  Foto 01 
                                                                    CLIQUE SOBRE AS FOTOS QUE AMPLIAM

Você é meu convidado para
 este passeio  que começa em 
 1911, na  SERRARIA SANTA ROSA 

A  Serraria Santa Rosa foi fundada em 1908 e iníciou suas operações em 1911, Localizava-se na rua Visconde de Inhaúma, e estendia-se pela rua Geminiano Costa, região da Estação Ferroviária.  Foto 02         


 Foi a primeira serraria a vapor da grande região e possuía um ramal ferroviário da Companhia Paulista de Estradas de Ferro para a chegada  das toras   Fumaça saindo da chaminé, eram muitas madeiras que estavam sendo desdobradas: porteiras de fazenda, mourões para cercas, batentes, portas e venezianas que estavam sendo fabricadas. Tábuas para assoalho, forro, caibros  e vigotas, que estavam sendo serradas.   Foto 03                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          



                                                                                A cidade era pequena, e a  chaminé era vista praticamente de  todos os lados. Compunha  com os prédios altos  e a Catedral. Em meados dos anos 70, a Serraria foi desativada e nos anos 80, vendida para a rede  Jaú Serve Supermercados, quando foi demolida. A chaminé mais antiga da cidade ficou solitária no terreno por um bom tempo, e finalmente também acabou sendo demolida. Se tivesse sido preservada, hoje estaria com 104 anos.   Foto 04 
   

Naquele local encontra-se a loja Nº 22 que foi inaugurada em 1988.   Foto 05  

                                                                                                                                                      
             1916 -SOCIEDADE ANÔNIMA COMPANHIA  FIAÇÃO 
                                        TECIDOS      SÃO CARLOS - CFTSC, " TECIDÃO"                             

Em 1911, começou como Fiação e Tecidos Santa Magdalena e, em 1916, entrou em crise e foi absorvida pela Companhia Fiação e Tecidos São Carlos.    A fumaça tingindo o céu representava  metros e metros de tecidos que eram tingidos na tinturaria  através do uso do vapor, e secos pelo mesmo. Representava também   a presença do trabalho e dos empregos nas descaroçadeiras tirando os caroços dos flocos,  nos batedores desmanchando os flocos, nas cardas juntando as fibras e formando mantas, e nas fiandeiras  que transformavam as mantas em fios de algodão. Os fios e tecidos abasteciam o mercado nacional e também eram exportados para vários países da América Latina. Dos caroços do algodão a Empresa fabricou vários produtos, entre eles o óleo comestível, Diversificou e  montou uma metalúrgica para produzir produtos de alumínio.   Foto 06  





Sempre foi muito mais conhecida como "TECIDÃO". Localiza-se na região da Estação Ferroviária, em uma grande quadra formada pelas ruas Aquidaban, ao lado da ferrovia, vizinhos de fundo da rua Santa Cruz,   José Bonifácio e  Itália ou Travessa 8. Era servida por um ramal ferroviário da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, para a chegada do algodão e a saída dos produtos acabados.     Foto 07     

A "Tecidão" foi desativada aproximadamente em 2005, e a chaminé que se destacava no  horizonte da cidade, demolida. Hoje, estaria com 104 anos.   Foto 08 

1913 - ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL E 
COMERCIAL CARLOS FACCHINA 

Localizava-se na rua Bento Carlos, Nº 1070. em uma grande área a Leste da cidade, e que hoje fica entre as ruas Campos Salles, José Rodrigues Sampaio, Dr. Rafael Sampaio Vidal e Avenida Comendador Alfredo Maffei     Foto 09 


A chaminé fumegando, representava os adubos, colas, sabões e sebo que eram fabricados    Foi desativada no final dos anos de 1950, e  a     Foto 10 


chaminé que está com 102 anos,  se tornou patrimônio público e dá nome a uma área verde, "Parque da Chaminé" , junto a Avenida Comendador Alfredo Maffei. Nos finais de ano é iluminada e decorada para as festas natalinas. É a chaminé mais antiga de São Carlos, feita com tijolos.   Foto 11 

  1915 - ENGENHO VICTÓRIA

 Era uma indústria de beneficiamento de cereais, arroz, café e milho. Da  chaminé  saía a fumaça do forno a lenha para a torra do café. Sua localização consta da lista telefônica de São Carlos de 1917,  "Fone 72, Alexandre Masci, Engenho Victória, General Osório"     Foto 12                                              



Era atrás da Estação Ferroviária,  na área formada pelas ruas Roberto Simonsen e Cândido Padim, na Vila Prado, próximas da rua General Osório. Pela proximidade do pátio ferroviário, era servido por um ramal da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Foi  desativado em 1949 e demolido. Se a chaminé continuasse em pé, hoje estaria com   99 anos. Foto 13 

Hoje naquele local é a agência do Poupa Tempo.  Foto 14

1928 - SOCIEDADE ANÔNIMA
 INDUSTRIAS GIOMETTI- SAIG 

Começou como oficina automotiva e se tornou  uma das principais indústrias da São Carlos. Era movida por energia elétrica, mas como a mesma era insuficiente na cidade, mandaram instalar um engenho a vapor acoplado a um gerador de energia elétrica. Da chaminé saía a fumaça da fornalha da caldeira a lenha, que gerava vapor para mover o gerador.    Foto 15                                                                


Fabricavam pregos com e sem cabeça, grampos para cercas, telas,  peneiras  e rastelos. Vendiam rolos de arames lisos e farpado. 

As duas unidades localizam-se na rua Episcopal entre as ruas General Osório e Santa Cruz, hoje região comercial da cidade. Foto 16 


A Indústria continua ativa e é a mais antiga da cidade. Se a chaminé estivesse lá, estaria com 87 anos. . Foto 17
                                        
1930 - CAFÉ ZAVAGLIA 

Era uma torrefação de café que aromatizava a região. A fumaça que saía da chaminé com o cheiro do café sendo torrado se espalhava   por toda a região baixa da cidade.  A marca do café moído era "CAFÉ OURO BRASILEIRO". Foto 18 


Localizava-se na esquina das ruas José Bonifácio com a Geminiano Costa, região da Estação Ferroviária.  Em 1983, foi vendida para a família Frederico, e em 1995, tranferida para a Avenida Capitão Luis Brandão, 2100,  no bairro Jardim Munique, onde a marca Ouro Brasileiro continua sendo mantida. O prédio inicial foi desativado e a chaminé demolida, Se preservada, estaria com  85 anos.  Foto 19 


Hoje, naquele local é uma loja de vidros. Foto 20 

  1930 - FABER CASTELL  

Localizava-se  na rua José Bonifácio Nº 420, depois passou sua portaria para a rua 1º de Maio Nº 61. As instalações industriais ficavam numa grande quadra formada pelas ruas José Bonifácio, Episcopal, 1º de Maio e fundos dos vizinhos da rua Santa Cruz. Era vizinha de frente da "TECIDÃO". A chaminé fazia a exaustão da fumaça da fornalha da caldeira a lenha, que gerava vapor para os setores produtivos, Foto 21 - Alfeo



Seu embrião é de 1926, na fábrica de Lápis H. Fehr. Em 1930, passou a ser a Lápis Johann Faber Ltda.   Foto 22 
  

Sempre foi mais conhecida como "Fabrica de Lápis", e quando era perguntado para algum colaborador daquela empresa onde ele trabalhava, a resposta era: Na "Lápis".  Produz lápis preto escolar e técnicos, lápis de cores, borrachas para apagar escritas à lápis, canetas tinteiro, canetas esferográficas, mata borrões, lapiseiras e grafites. Em 1997,  a razão social passou a ser a mundial, A. W. Faber Castell,    Foto 23 


Em 2004, terminou a transferência da divisão dos produtos escolares para a  unidade do bairro Cedrinho em São Carlos. E a divisão de canetas para a unidade de  Manaus. E todo aquele conjunto industrial, inicial,  foi desativado. e vendido. Futuramente lá será um centro comercial. A chaminé, com 85 anos, continua sendo destaque no horizonte da região.  Foto 24

1936 - FIAÇÃO E TECELAGEM   GERMANO FEHR - FTGF     


Localiza-se  na rua Dona Ana Prado Nº 999, esquina com a rua Itália, ou Travessa 8, na Vila Prado, Fazia fundos com  a ferrovia. Foto 25 


Foi uma das principais indústrias da grande Vila Prado. A fumaça da chaminé, representava a tinturaria tingindo os fios de algodão e tecidos. A chaminé foi demolida quando a caldeira a lenha foi substituída por uma a óleo diesel.   Era um marco industrial daquela região e hoje estaria com 78 anos.   Foto 26 




Em 1986, foi adquirida pela Fiação Rossignolo, em 2002, passou a ser a  Capricórnio Têxtil e em 2012, voltou a ser a Fiação Rossignolo    Foto 27 
1937 -  COOPERATIVA DE LACTICÍNIOS
  SÃO CARLOS - COLASC 

Embora aparente, essa chaminé não era da COLASC  e sim das Indústrias Giometti. A COLASC  localizava-se na esquina das ruas Nove de Julho com a Bento Carlos, ao lado da Igreja  São Benedito e a 300 metros da Estação Ferroviária.   A energia elétrica para a pasteurização e conservação do leite era cedida pelas  Indústrias Giometti, vizinha de fundo. A chaminé ativa das Indústrias Giometti,  indicava que a caldeira a lenha estava produzindo vapor, para acionar o gerador de eletricidade, a fim de alimentar seu maquinário e, além disso,  promover também,  a  pasteurização e conservação do  leite da COLASC.  Foto 28               


Além de pasteurizar o leite produzido nas fazendas do munícípio, produzia também a manteiga São Carlos , queijo prato e mussarela. A manteiga sempre foi o destaque com um sabor inigualável.  Foto 29


O leite era entregue nas residências em litros de vidros e transportados por carroças-baú. Os litros de leite gelados eram armazenados dentro do baú e os vazios que eram recolhidos nas entregas, sobre o mesmo.   Foto 30  


No final dos anos 80, construiu uma nova unidade  ao lado da Praça Itália e mudou-se para lá. Entrou em falência, e naquele local,  em agosto de 2013, foi inaugurada a loja 29 do Savegnago Supermercados. O prédio inicial foi desativado e depois reformado e a chaminé demolida.  Naquele local hoje é uma autoescola, Se a chaminé tivesse sido preservada, estaria com 87 anos.   Foto 31

ANOS DE 1940 - CAFÉ NOVAES

Localizava-se na rua Jesuino de Arruda, 1903,  entre as ruas Episcopal e Nove de Julho, a 50 metros do Mercado Municipal. Defronte, era a antiga Cooperativa de Consumo de São Carlos LTDA. Quando a torra do café estava sendo feita, pela chaminé metálica saia a fumaça do forno e toda a região ficava com aquele aroma inconfundível do café torrado. Foto 31.1


Sua fachada permaneceu a mesma por muitos anos e os detalhes dos vitrôs com os vidros losangulares chamava a atenção.   Foto 31.2                              


Na parte superior da parede frontal,  à direita, aparece o número do telefone antigo com 3 algarismos:  Foto 31.3           

Nos anos 70, foi vendida para a família  Matthiesen, e
 passou a ser a Café do  Clima.  A chaminé  metálica 
  foi  substituída  por uma de tijolos.  Foto 31.4  



Hoje, naquele local são três salões comerciais; o da esquerda, salmon, é um chaveiro,  o do centro, azul e branco,  é uma óptica, e o da direita, amarelo, uma joalheria  Se a chaminé metálica tivesse sido preservada, estaria aproximadamente com 75  anos, e a chaminé de tijolos que conta com aproximadamente 45 anos, continua fazendo parte do quarteirão. Foto 31.5                   

         
1951 -  CONSERVAS 
ALIMENTÍCIAS HERO SA

Localizava-se na rua Miguel Giometti, Nº 432, na Vila Elizabeth.  Tinha como vizinhos, a Tapetes São Carlos LTDA à direita, e o Córrego do Tijuco Preto à esquerda.  Foto 32 


Foi a principal indústria alimentícia da cidade.  As chaminés soltando fumaça contavam para a cidade que muita massa de tomate, geléias, doces e massas enlatadas, como o raviolli, estavam sendo produzidas.  Foi a primeira indústria brasileira a fabricar geléias em embalagens individuais ganhando o mercado da hotelaria, hospitais, companhias aéreas e marítimas.      Foto 33 



Em 1997 foi desativada e vendida.  Está em demolição, mas a chaminé de tijolos que conta com 64 anos, está sendo preservada.   Foto 34 

  1953 - PADARIA PASTÍFICIO E 
 CONFEITARIA  MIRAMAR  


Localizava-se na rua da Imprensa, ao lado da Praça ARCESP, ou "Balão do Bonde", A chaminé fazia a tiragem da fumaça do forno a lenha e garantia a produção dos pães e biscoitos      Foto 35 


Foi a primeira padaria daquela região da Vila Nery e foi desativada em 2002,      Foto 36 


dando lugar para o supermercado MIRAMAR.  - Hoje, naquele local é uma unidade de logística da Secretaria Municipal da Saúde. A chaminé estaria com 62 anos,    Foto 37 

1960 - FRIGORÍFICO
 SÃO CARLOS DO PINHAL

Localizava-se na confluência da Avenida Professor Luiz Augusto de Oliveira com a Rodovia Washington Luís - SP 310. Encontrava-se desativado, foi comprado, e voltou a produzir em  1960. A fumaça da chaminé da caldeira que gerava vapor para os processos produtivos, além de representar trabalho, empregos, produtos acabados, também se tornou símbolo de luta dos ex-empregados, que, em 1968,  ficaram com os salários atrasados pela falência da Empresa e saíram em passeata pelas ruas de São Carlos.  Foto 38 



Chegou a abater até 1000 bovinos por dia. Atendia os açougues de Campinas, Santos, São Paulo e Rio de Janeiro. Produzia também os cortes nobres para atender o mercado internacional. Foi desativado em 1968, e ficou fechado durante muitos anos e mantido pela COBAL - Companhia Brasileira de Alimentação, No final dos anos 90, foi o ENTREPOSTO MUNICIPAL DE PRODUTOS HORTEFRUTIGRANJEIROS "NICOLA BIBBO",  Foto 39 


Em 1º de novembro de 2007, naquele local foi inaugurado o HOSPITAL ESCOLA MUNICIPAL "'PROF. Dr. HORÁCIO CARLOS PANEPUCCI".                     Se a chaminé tivesse sido  preservada como símbolo  da indústria são-carlense naquela região, estaria hoje com  55 anos.   Foto 40                                                                                                                                                                            

1963 - PADARIA CAIÇARA
       
Localizava-se na esquina da rua Episcopal com   a Avenida Comendador Alfredo Maffei, ao lado do Mercado Municipal. A chaminé do forno a lenha, soltando fumaça, falava para a vizinhança que logo ia sair o pão quentinho.     Foto 41 


Durante muitos anos foi a padaria mais moderna e mais sortida da cidade. Em 2005, com 42 anos foi desativada.   Foto 42 


O prédio continua fazendo  limite com a calha do Córrego do Gregório que naquele trecho está tamponado.     Foto 43


Naquele local hoje, é a Ótica SATO. Se a chaminé continuasse lá, hoje estaria com 52 anos.  Foto 44 

1891 - LOCOMOTIVA
 BALDWIN 821   

Encontra-se preservada na Estação Ferroviária de São Carlos - Estação Cultura, defronte à Praça Antonio Prado. A chaminé deixando para trás o rastro de fumaça por onde passava, representava os embarques e desembarques de passageiros e bagagens. Foto 45


Pertenceu à Estrada de Ferro do Dourado, - a Douradense, e à Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a CP. Em 1971, a CP a doou para a Prefeitura de São Carlos. De 7 de setembro daquele ano até 24 de junho de 2012, ficou exposta na Praça Brasil, na Vila Nery. Foram 41 anos de abandono e desrespeito. A seguir, foi removida para a Estação Ferroviária e restaurada.   Foto 46 



Aquela chaminé tem muitas histórias pra contar, e hoje está com 124 anos. É a chaminé metálica mais antiga da cidade.  Foto 47 



AS SOBREVIVENTES:
Não há a menor dúvida que em São Carlos haviam ou até há outras chaminés. Mas, destas  14  que há registros fotográficos, 5  ainda sobrevivem, 4 de tijolos, e uma metálica, a da Locomotiva.  São marcos históricos, representam a era da lenha, do vapor e o início da industrialização da Cidade.                                                         
São Carlos ainda tem 5 chaminés.

Este passeio termina em 
2015, nesta VISTA NOTURNA

Vista noturna de São Carlos - SP, com a chaminé do
"Parque da Chaminé" iluminada.  Foto 48


CRÉDITOS:
Fotos:
01, 11, 21, 31.5,  34, 47, 45, 46 e 47: José Alfeo Röhm
02, 03, 04, 06, 08, 09, 28,  29 e 42: Acervos, Antonio Carlos Lopes da Silva e  Foto Arte - José João, "Alemão"
05, 20, 27, 31, e 37 : Google Imagem
07, 10 e 12: Acervo, Foto Arte - José João, "Alemão"
13, 15, 16, 17, 18, 19, 23, 24, 32,
33, 35, 36, 38, 39, 41 e 43: Acervos, Valentim Gueller Neto, Foto Arte - José João, "Alemão"
22: Floret - Acervo, Valentim Gueller Neto
25 e 26: Frederico Friedmann - Acervo, Valentim Gueller Neto
30: Hernani Machado Braga - Acervo, Valentim Gueller Neto
31.1, 31.2, e 31.3: Acervo, Celso Carlos Novaes, Prof.  Dr.
31.4: Marcio Terence
36: Tratamento digital, Marina Dino dos Anjos
40: SBAH
48: Daniel Gobato Röhm
Bibliografia:
Álbum Ilustrado da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, 1868 - 1918
Almanach Album de São Carlos 1916 - 1917
São Carlos na Esteira do Tempo - Ary Pinto das Neves e Julio Bruno
Café e Indústria São Carlos: 1850 - 1950 - Oswaldo Tuzzi
Café, Indústria e Conhecimento - São Carlos Uma História de 150 Anos -
Oswaldo Mario Serra Truzzi, Paulo Reali Nunes e Ricardo Tilkian
Lista Telefônica de São Carlos de 1917
Sites:
Câmara Municipal de São Carlos, processo Nº 2531/09: Café Zavaglia
Estações Ferroviárias no Brasil - Ralph Mennucci Giesbrecht - Engenho Victória
Prefeitura Municipal de São Carlos: Hospital Escola
Prefeitura Municipal de São Carlos: Carlos Facchina
Participaram:
Antonio Carlos Lopes da Silva
Celso Carlos Novaes, Prof. Dr.
Frederico Friedmann
José Carlos Tonani
Luis Antônio Ferro Gobato
Luís Carlos Ghidini
Marcio Terence
Maria Nazareth, Daniel e Lika Röhm
Marina Dino dos Anjos
Mário Maffei, Dr.
Nelson Maffei, Dr
Nicola Gonçalves
Paulo Frederico
Sergio Paulo Doricci
Valentim Gueller Neto


Obrigado por sua agradável companhia, nos encontraremos certamente na Estação 73.
                                                         Abraços, Alfeo.

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3 comentários :

Anônimo disse...

Alfeo,
Existem muitas versões da história de uma cidade.
São Carlos teve o privilégio de ver aqui contada a sua história da indústria e comércio contada através de um símbolo: a chaminé.
Parabéns pela criatividade e por mais este resgate histórico.
Antonio Carlos

ALBERTO BIANCO disse...

Excelente e interessante artigo de pesquisa

Paulo José Penalva Mancini disse...

Maravilhoso!!!!
Um detalhe da história do "Parque da Chaminé": quando a Apasc teve sentença favorável em acordum do TJ-SP na ação que movia desde 95 contra a Prefeitura pela implantação das avenidas marginais sem licenciamento ambiental, ao elaborar termo de acordo com o MP paulista para cumprimento da sentença impôs a preservação da chaminé e a criação de uma área verde - sugerindo o nome Parque da Chaminé - na região.
Paraéns, um trabalho fumegante de paixão. Que delícia que foi ter feito todos esses contatos....Que tristeza ver tana coisa bonita, perdida, muitas delas sem necessidade, que poderiam estar valorizando os bens econômicos presentes.
Paulo J. P. Mancini

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